9º Bingo da Pompéia em Vinhedo
06 terça-feira nov 2012
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06 terça-feira nov 2012
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10 segunda-feira set 2012
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2ª Festa do Sorvete acontece em Hortolândia-SP dia 30/09 (domingo) das 12:30h as 15h. Você paga apenas R$ 5,00 e consome sorvete a vontade, inclusive banana slipt, sundae e colegial.
Compre seu convite antecipado com a Márcia e voluntários através do telefone (19) 8850-0682.
Os animais de Hortolândia precisam de você! Ajude e divirta-se!
21 terça-feira ago 2012
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Dia 19/08 (domingo) foi o dia da Cãominhada em Hortolândia. Um sucesso de evento.
Mais de 350 pessoas foram com seus companheiros caninos e o passeio foi muito calmo e divertido.
O melhor de tudo é que não esperávamos tamanha proporção e paralisação e isso mostrou que a população de Hortolândia está cada vez mais preocupada com o bem-estar dos animais.
O maior sucesso de tudo foi que o Projeto Cão Feliz conseguiu arrecadar meia tonelada de ração para o abrigo.
Essa caminhada foi maravilhosa, teve grandes momentos e entrará para a história de Hortolândia como o começo de novas mudanças no município.
Agora os animais tem voz, agora eles possuem uma população preocupada; o que mostra que mudanças boas podem ocorrer em breve na cidade, só dependem de nós.
Quero parabenizar a Márcia, organizadora do projeto, por essa dedicação e amor pelos animais. Quero agradecer por ela nunca desistir dos animais de Hortolândia e continuar lutando por nossa cidade. Obrigada, Márcia! :)
E obrigada a todos que participaram e ajudaram para que esse evento fosse realizado!
Agora, aproveitem para ver as fotos do evento:
08 quarta-feira ago 2012
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Esse evento acontecerá em Hortolândia-SP no dia 19/08/2012 (domingo).
O início do passeio será na ciclovia da Avenida Olivio Franceschini e o término no Parque Chico Mendes, onde haverá uma confraternização entre AUmigos da causa.
O evento é inédito no estado de São Paulo e a concentração acontecerá no calçadão em frente ao Supermercado UNIMAIS, onde contaremos com a ajuda e colaboração da Polícia Militar e Guarda Municipal.
Nosso objetivo é chamar a atenção da sociedade e do Poder Público para questões importantes, como a necessidade de:
- uma legislação de proteção aos animais no município;
- criação de uma delegacia especializada em proteção aos animais;
- guarda responsável pelo combate aos maus tratos.
Esperamos todos os defensores de animais da região nesse evento!
Participe você também!
Traga seu cão para um passeio e ajude-nos nessa causa!
Inscrição: 1kg de ração
Mais informações, falar com Márcia ou voluntários:
(19) 8850-0682
projetocaofeliz@hotmail.com
26 quinta-feira abr 2012
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Esses dois cães foram resgatados dia 18/04 no bairro Jardim São Paulo, Zona Norte de São Paulo.
Nina, tem idade estimada de sete meses, porte grande (atualmente tem cerca de 15 kg). Pelo preto e caramelo (características de pastor alemão). Muito carinhosa e companheira, adora um colo. Muito brincalhona e ativa, como qualquer filhote saudável. Precisa de um quintal para brincar. Quase não late (mesmo).
Será entregue castrada.
Já foi adotada!

Leléco tem por volta de cinco anos, porte médio (aproximadamente 12 kg). Cor marrom avermelhado. Um pouco desconfiado, mas muito dócil. Apenas precisa de segurança e carinho para se mostrar. Em dois dias aqui em casa já se mostra carinhoso, inclusive pedindo cafuné. Muito quieto, não late.
Será entregue castrado.
Para adotar o Leléco ou ajudar com a castração, falar com Fernanda Pinacio:
(11) 3777-6257 / (11) 9350-0526 / 8659-8332
25 domingo mar 2012
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Hoje divulgarei um texto do Dener Giovanini, articulista do Estadão, sobre os protetores de animais. A razão de eu escolher esse texto é que concordo plenamente com suas palavras. Desde que entrei no mundo de protetores e defensores de animais, encontrei pessoas maravilhosas, de coração puro e honesto, que lutam por aquilo que acreditam e mais amam.
Foi a partir daí, que eu decidi não desistir do mundo, pois se ainda há pessoas como essas vivendo aqui tão perto da gente, então eu ainda acredito que o mundo possa melhorar.
Segue o texto:
“Eles são conhecidos popularmente como gateiros e cachorreiros. São pessoas que dedicam grande parte do seu tempo a causa da proteção dos animais domésticos.
Protetores de animais: amor de bicho não tem preço.
Essas pessoas são capazes de sacrifícios imensos para defender aquilo que elas acreditam. Não existe no mundo – e digo sem medo de errar – nenhum outro movimento em que seus membros se envolvam tanto com a causa que abraçam. Nenhum grupo político ou religioso possui integrantes dispostos a tanto sacrifício pessoal como é o caso dos gateiros e cachorreiros. Nenhum grupo social tem uma capacidade de mobilização tão forte quanto eles. É impressionante.
A sorte de quem maltrata animais é que esse imenso grupo de protetores ainda desconhece o poder que tem. Pois no dia que eles se organizarem e passarem a ter estratégias claras de atuação, o mundo político irá tremer.
Os protetores de animais podem arruinar uma carreira política. Podem condenar um produto ao fracasso e, até, causar enormes prejuízos à empresas que insistem em ignorá-los. Uma grande parte desse grupo de ativistas é formada por donas de casa. São mulheres que decidem o que comprar em seu lar e que, com o poder de mães, esposas e filhas, conseguem mudar a opinião – e o voto – da família.
Para a felicidade daqueles que ignoram os apelos desse grupo, o movimento ainda não é organizado. Não existem lideranças nacionais com capacidade de mobilizar e de conduzir uma ação uniforme em território nacional. No dia que isso acontecer, senadores da República e até candidatos a presidente do país terão que estender tapetes vermelhos para eles.
O mais impressionante nesse grupo, além do grande poder de mobilização, é outra característica muito singular: grana. Ou melhor, a falta dela. Em 25 anos de lida diária na causa ambiental, nunca vi um “movimento social” trabalhar sem ganhar. Pelo contrário. Penso que os protetores de animais é o único grupo que tira do próprio bolso o financiamento para as suas causas. Eles não são empregados em ONGs, não recebem bons salários, como a grande parte dos ambientalistas profissionais, não dispõe de financiamento público e muito menos recebem emendas de parlamentares. O dinheiro deles vem das “vaquinhas”, das “rifas” e dos trocados que conseguem juntar impondo-se algum sacrifício pessoal.
Não existem estatísticas que mostram quantos eles são. E muito menos existem dados oficiais sobre quem eles são.
Mas uma boa dica para identificar um potencial protetor é reparar em alguns dos seus hábitos mais comuns: possuem animais domésticos, provavelmente mais de um. Nas redes sociais, seus álbuns de fotos sempre possuem a foto de um gatinho, de um cachorrinho, ao lado das imagens de suas famílias. Nas ruas, seu animal de estimação está quase sempre no colo, ou, se for grande, sempre ostentará um pelo brilhoso ou uma coleira da moda. Para esse grupo, não existe diferença social entre os animais. Os de “raça” e os “vira-latas” são iguais, nem mais, nem menos.
A eles, os protetores e protetoras do Brasil, dedico minha inteira admiração e agradeço imensamente as lições de amor e respeito à vida, que muitas vezes nos faltam quando somos absorvidos pelos debates “técnicos” em nossa luta ambiental.
Obrigado.”