Cachorrinha encontrada em Campinas

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Essa cachorrinha foi encontrada dia 24/11 na região da Vila União III, exatamente no Bosque da Vila União, estava com muito frio e medo. Muito dócil e brincalhona!
Campinas-SP. Caso o dono não seja encontrado, será disponibilizada para adoção.

Contato:
kellen_cristin@hotmail.com ou (19) 99386-3696.

OFICIAL - Cópia

Brigite aguarda por um lar

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Brigite tem aprox. 2 anos, é super dócil, se dá bem com outros cães e ótima cão de guarda.
Está castrada, vacinada e vermifugada. Em Campinas/SP.

Interessados, falar com:
(19) 3043-2003 / 9-9109-1112 – Raquel

adoção

Ursa espera por uma família

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Essa lindeza é a Ursa , ela esta aguardando um lar muito amoroso e responsável.
É muito meiga e carinhosa. Tem dois meses , vai ficar porte médio e ficará bastante ursinha :)

Interessados, falar com Priscila:
priscila_dainez@hotmail.com

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Floquinho aguarda por adoção

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Oi, eu ERA o Floquinho, agora sou o FLOCÃO!!!
Quando a minha vó me adotou não conhecia meu pai e minha mãe eu era bem pequnininho. Ninguém imaginou que eu fosse ficar tão grande…
A vovó não consegue mais passear comigo, porque ela já esta velhinha e na última tentativa eu me empolguei demais e derrubei ela. O espaço que tem pra mim é muuuuito pequeno. Acabo ficando preso o dia todo!
Queria um novo lugar pra morar, com mais espaço e alguém que tenha condições de cuidar de mim. Sou muito brincalhão, amoroso e tenho luzes californianas naturais na orelha.
Alguém quer me adotar??
Eu moro em São Caetano do Sul, mas se alguém da região de Campinas aceitar ficar comigo, a Natália me leva aonde for preciso.

Contatos (19) 98400-9546 ou nataliacorrea2007@hotmail.com

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Brigite procura por uma família

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Essa cachorrinha linda foi abandonada e agora procura uma família de verdade.
Ela já está castrada e vacinada. Tem 2 anos, é super dócil, amorosa, se dá bem com outros cães e é boa cão de guarda.

Interessados, falar com Raquel:
(19) 3043-2003 ou (19) 9-9109-1112 ou (19) 9-9443-0678

Brigite

Oi, eu sou a cachorra Carol!

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Criada neste ano pela redatora e revisora Carol Zerbato, Carol é uma vira-lata maior falante. Adora escrever e, quando crescer, quer ser escritora. Certa vez, quando questionada pela professora da escola como seguiria a carreira de escritora se não existem cachorros escritores, Carol respondeu sem titubear: “eu não posso ser a primeira?”.

Tem uma personalidade forte. Como todos os bichos, carrega o amor mais puro do mundo em seu coração. Mas nunca, nunca menospreze ou magoe seus iguais. Porque, aí, o instinto de defesa dela vem à tona e ela faz justiça do seu jeito: com as palavras.
Além de transformar em história tudo que acontece no seu dia-a-dia, como brincar com a roupa do varal, dormir na aula de balé ou fazer um trabalho da escola, a prioridade de Carol é abordar em suas tirinhas temas relacionados à cidadania – desde assuntos diretamente ligados aos animais, como abandono, adoção e maus-tratos, até conteúdos direcionados às relações humanas, como respeitar quem torce para outro time e doar sangue.

Sobre Carol Zerbato: comunicóloga, atua há mais de 10 anos na área – 7 deles no segmento pet. Já trabalhou com televisão, locução e comunicação interna, e hoje dedica seu tempo à cachorra Carol e à agência especializada em comunicação pet Ô de Patas.

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Sobre Carol Zerbato

assessoria_1Carol Zerbato é formada em Rádio e Televisão, mas seus caminhos profissionais sempre foram guiados pela escrita.

Comunicóloga, já fez um pouco de tudo na área de comunicação: trabalhou com televisão, locução, redação e comunicação interna. Ao todo, são mais de 10 anos atuando no mercado – 7 deles no segmento pet.

E foi a proximidade com os animais que despertou em Carol a vontade de dar voz aos bichos – mas pela visão deles. Criou alguns projetos nessa linha, foi amadurecendo a ideia, e então surgiu a cachorra Carol, uma vira-lata maior falante.

Entre as histórias, estão tirinhas sobre a adoção de cães mais velhos e especiais, além de temas relacionados à cidadania – desde assuntos diretamente ligados aos animais, como abandono, adoção e maus-tratos, até conteúdos direcionados às relações humanas, como respeitar quem torce para outro time e doar sangue. Tudo tratado com a leveza e a ternura que só os cachorros têm.
Outra preocupação de Carol Zerbato é a divulgação de frentes que contribuam para o bem-estar dos bichos em geral:
“Muita gente acredita que, se não pode adotar, não pode ajudar. Mas tem muitas outras maneiras! Até porque, hoje, há várias frentes de trabalho em prol da causa animal como um todo, não só para cães e gatos. O Rancho dos Gnomos, por exemplo, é um santuário que, entre outras atividades, cuida de animais resgatados de circo e depende da contribuição de associados para manter os bichos. Outro exemplo é a Arca Brasil, que, entre outras funções, trabalha com a disseminação de informações sobre temas importantes, como a Leishmaniose Visceral Canina, e ações para o fim das celas de gestação e do confinamento animal. Quanto aos cães e gatos, quem quiser ajudar pode apadrinhar animais de ONGs, sempre denunciar o abandono e os maus tratos, e até oferecer um pouco do seu tempo para passear com animais abandonados – o CCZ de São Paulo tem o projeto Cãominhando, por exemplo, em que, mediante cadastro prévio, as pessoas podem passear com os cães do canil aos domingos…”.

Carol Zerbato tem uma cachorra “labralata”, a Rachel Green, e uma gata vira-lata, a Deloris Van Cartier. Hoje, divide seu tempo entre o trabalho como redatora em uma renomada agência de propaganda; a Ô de Patas, sua – em sociedade com uma amiga – agência especializada em comunicação pet; e a cachorra Carol. <3

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https://www.facebook.com/odepatas

https://www.facebook.com/cachorracarol

Super Dog e sua luta para viver

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No dia 28 de julho, o projeto Diário de uma Mocinha, criado por Julia Bobrow e Daniel Guth, escritores do livro “Desistir nunca foi uma opção – O amor incondicional à cachorra de rua que emocionou o Brasil”, foram notificados que mais um cachorro estava em perigo. Um lindo vira – lata havia levado um tiro de chumbinho na cabeça, sensibilizados com tamanha crueldade, não mediram esforços para resgatar mais um cachorrinho de rua e mesmo com impossibilidade de novos resgates devido as despesas já existentes, foi impossível não fazê-lo.

O Super dog chegou ao hospital em uma condição deplorável. Não se mexia. Ele tinha duas perfurações na cabeça que foram tomadas por larvas. Exames de sangue foram feitos e o resultado foi que além dessas feridas e da subnutrição, suas plaquetas estavam muito baixas por conta da doença do carrapato. O corpinho dele já não aguentava mais.

Super Dog quando foi resgatado

Super Dog quando foi resgatado

A primeira sensação foi muito ruim, dolorosa e triste. Mas como aqui desistir nunca é uma opção, os veterinários optaram por uma transfusão de sangue (um procedimento arriscado, mas era sua única chance de viver).

Pacientemente aguardamos. E demos a ele o nome de SUPER DOG. Porque sim, a situação era crítica, mas tínhamos certeza de que ele sairia desta e seria muito forte.

Mesmo com todo esse sofrimento, ele já demonstrava sinais de alegria ao ganhar um afago.
Pela primeira vez estava se sentindo seguro, sem medo, sem fome (estava no soro) e sem frio! E entendeu que o ser humano também é capaz de fazer o bem.

A transfusão foi um sucesso e ele finalmente pôde ser transferido para uma clínica veterinária (Pet Real). Foi recebido com uma cama só sua, ossinho, brinquedo e carinho, muito carinho. Durante um mês, continuamos monitorando a sua evolução com exames de sangue, dando todas as medicações e trocando os curativos da cabeça. Com muitos mimos e cuidados, ele foi melhorando dia após dia.

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Hoje os exames mostram que ele já está quase 100% recuperado. E os seus olhos nos mostram que a sua vontade de viver e ser amado é maior do que qualquer marca de violência.

A história do Super Dog, desde que conheceu o Projeto Diário de uma Mocinha, pode ser relembrada em 21 fotos que registram seus momentos mais difíceis até os mais alegre de hoje.

E para esta história ter um final 100% feliz, o Super Dog só precisa encontrar uma família que continue lhe dando amor e muito carinho.

Contato para adoção: adocao@diariodamocinha.com.br

Super Dog recuperado e feliz

Super Dog recuperado e feliz

Super Dog recuperado e feliz

Super Dog recuperado e feliz

Texto: Diário de uma Mocinha

Mande sua historinha também para blogmundopet@hotmail.com e ajude compartilhando a história do Super Dog para que ele encontre uma família cheia de amor para dar ;)

Hachi e sua nova história

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Oi pessoal!

Vocês lembram do Hachi? O Hachi foi resgatado pelo projeto “Me Leva pra Casa?” do Blog Mundo Pet. O projeto teve início em maio de 2013 e conseguiu ajuda de muitas pessoas. O Hachi foi encontrado no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Hortolândia-SP.

Hachi no dia do resgate

Hachi no dia do resgate

Ele tinha as duas patas com problemas, uma luxada e outra fraturada, infelizmente não sabemos porquê. Foi feita uma campanha para arrecadar dinheiro para sua primeira cirurgia. Na cirurgia foi necessário colocar uma placa para colocar o osso no lugar. Porém, houve muitas complicações, infecção, etc. Um ano depois, a pata do Hachi ainda estava bem infeccionada então foi necessário remover a placa.

Sábado passado (23/08), fui levá-lo ao veterinário para fazer a troca da tala, porém devido a infecção, ele chorou muito. Segue abaixo, o próprio Hachi contando a historinha dele.

“Oi pessoal, a10257671_4262623101407_3012517084894582630_nqui é o Hachi, filho da Ana. Essa semana fiquei muito mal sabe. Sábado a tia Cyntia (veterinária) foi trocar meu curativo e eu fiquei com muita dor. Não sei porque doía tanto, só sei que eu não estava aguentando. Fiquei chorando, chorando… e aí a tia teve que fazer eu dormir. Quando eu acordei, minha patinha doía muito mais. A dor era insuportável. Percebi que eu estava com vários remédios porque eu estava meio drog sabe? Mas mesmo assim doía muito. Eu gritava pra ver se minha mamãe fazia aquela dor parar. Aí a mamãe já muito preocupada e desesperada, me levou para o hospital. Lá eles me fizeram dormir e as coisas ficaram mais calmas. Quando acordei, já não tinha mais tanta dor. Eu estava mais calmo, porém estava num lugar que não conhecia ninguém e minha mamãe tinha ido embora. Fiquei muito triste, mas eu tinha certeza que ela ia voltar logo. Tinha umas tias muito legais lá que cuidaram super bem de mim. Elas não me deixavam sentir dor e isso era muito bom. No dia seguinte minhas duas mamães apareceram pra me visitar. Poxa, fiquei tão feliz. Eu pulava e rolava no chão pra mostrar pra elas o quanto eu tinha melhorado. Pensei que elas iam me levar embora, mas elas me enganaram. Acho que deve ser porque estou dodói ainda. Estou tomando muitos remédios, então às vezes fico com sono e quietinho. Minha mãe foi me buscar na segunda-feira e eu fiquei muito feliz, mas por causa dos remédios eu estava meio sonolento então nem consegui pular nela. Mas ela sabe que eu fiquei feliz. Essa semana dormi na minha caminha quentinha, que delícia voltar pra casa. Minha outra mamãe, a Lia, está me dando remédios o tempo todo. To ficando cansado de tomar tantos remédios. Mas pelo menos não sinto mais aquela dor. Minha mamãe me contou que teve que tomar uma decisão muito difícil pra eu melhorar logo, que eu vou perder a patinha. Não queria perder a patinha, porque adoro passear e brincar. Mas como ela ta muito dodói, eu entendo. Espero que minha mamãe não deixe de me levar pra passear de vez em quando porque eu fico muito feliz quando saio de casa. Ela também me disse que tem muitos amigos na internet que se preocupam comigo. Poxa, que legal isso.

Ontem (28/08) passei por mais uma cirurgia. Minha mamãe conversou comigo e me explicou que eu ia amputar a patinha, mas que era para o meu bem. Tô me sentindo estranho ainda sem a pata, mas pelo menos não to sentindo tanta dor. E to conseguindo andar normal, então acho que deu tudo certo né?! Agora é vida nova.

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Hachi após a amputação, no dia 28/08

Mas queria pedir uma ajuda especial de vocês. Minha mamãe não tem condições de pagar a internação e a cirurgia. Ela ficou toda endividada para poder cuidar de mim. Vocês podem nos ajudar fazendo uma doação. Qualquer quantia já ajuda muito. Obrigada! Lambeijos”

Gastos recentes
Cirurgia para retirar a placa R$ 300,00
Internação R$ 590,00 (R$ 295,00 a diária)
Exames R$ 495,00
Amputação R$ 600,00

Para ajudar, é só depositar na conta abaixo.

Banco Santander
AG 0776
Conta poupança 60001782-4
Ana Claudia Piacente

Acompanhe toda a historinha do Hachi pelo meu facebook.

Quem precisar dos comprovantes, é só pedir que eu mando! ;)

Beijos

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