Oi, eu sou a cachorra Carol!

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Criada neste ano pela redatora e revisora Carol Zerbato, Carol é uma vira-lata maior falante. Adora escrever e, quando crescer, quer ser escritora. Certa vez, quando questionada pela professora da escola como seguiria a carreira de escritora se não existem cachorros escritores, Carol respondeu sem titubear: “eu não posso ser a primeira?”.

Tem uma personalidade forte. Como todos os bichos, carrega o amor mais puro do mundo em seu coração. Mas nunca, nunca menospreze ou magoe seus iguais. Porque, aí, o instinto de defesa dela vem à tona e ela faz justiça do seu jeito: com as palavras.
Além de transformar em história tudo que acontece no seu dia-a-dia, como brincar com a roupa do varal, dormir na aula de balé ou fazer um trabalho da escola, a prioridade de Carol é abordar em suas tirinhas temas relacionados à cidadania – desde assuntos diretamente ligados aos animais, como abandono, adoção e maus-tratos, até conteúdos direcionados às relações humanas, como respeitar quem torce para outro time e doar sangue.

Sobre Carol Zerbato: comunicóloga, atua há mais de 10 anos na área – 7 deles no segmento pet. Já trabalhou com televisão, locução e comunicação interna, e hoje dedica seu tempo à cachorra Carol e à agência especializada em comunicação pet Ô de Patas.

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Sobre Carol Zerbato

assessoria_1Carol Zerbato é formada em Rádio e Televisão, mas seus caminhos profissionais sempre foram guiados pela escrita.

Comunicóloga, já fez um pouco de tudo na área de comunicação: trabalhou com televisão, locução, redação e comunicação interna. Ao todo, são mais de 10 anos atuando no mercado – 7 deles no segmento pet.

E foi a proximidade com os animais que despertou em Carol a vontade de dar voz aos bichos – mas pela visão deles. Criou alguns projetos nessa linha, foi amadurecendo a ideia, e então surgiu a cachorra Carol, uma vira-lata maior falante.

Entre as histórias, estão tirinhas sobre a adoção de cães mais velhos e especiais, além de temas relacionados à cidadania – desde assuntos diretamente ligados aos animais, como abandono, adoção e maus-tratos, até conteúdos direcionados às relações humanas, como respeitar quem torce para outro time e doar sangue. Tudo tratado com a leveza e a ternura que só os cachorros têm.
Outra preocupação de Carol Zerbato é a divulgação de frentes que contribuam para o bem-estar dos bichos em geral:
“Muita gente acredita que, se não pode adotar, não pode ajudar. Mas tem muitas outras maneiras! Até porque, hoje, há várias frentes de trabalho em prol da causa animal como um todo, não só para cães e gatos. O Rancho dos Gnomos, por exemplo, é um santuário que, entre outras atividades, cuida de animais resgatados de circo e depende da contribuição de associados para manter os bichos. Outro exemplo é a Arca Brasil, que, entre outras funções, trabalha com a disseminação de informações sobre temas importantes, como a Leishmaniose Visceral Canina, e ações para o fim das celas de gestação e do confinamento animal. Quanto aos cães e gatos, quem quiser ajudar pode apadrinhar animais de ONGs, sempre denunciar o abandono e os maus tratos, e até oferecer um pouco do seu tempo para passear com animais abandonados – o CCZ de São Paulo tem o projeto Cãominhando, por exemplo, em que, mediante cadastro prévio, as pessoas podem passear com os cães do canil aos domingos…”.

Carol Zerbato tem uma cachorra “labralata”, a Rachel Green, e uma gata vira-lata, a Deloris Van Cartier. Hoje, divide seu tempo entre o trabalho como redatora em uma renomada agência de propaganda; a Ô de Patas, sua – em sociedade com uma amiga – agência especializada em comunicação pet; e a cachorra Carol. <3

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https://www.facebook.com/odepatas

https://www.facebook.com/cachorracarol

Super Dog e sua luta para viver

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No dia 28 de julho, o projeto Diário de uma Mocinha, criado por Julia Bobrow e Daniel Guth, escritores do livro “Desistir nunca foi uma opção – O amor incondicional à cachorra de rua que emocionou o Brasil”, foram notificados que mais um cachorro estava em perigo. Um lindo vira – lata havia levado um tiro de chumbinho na cabeça, sensibilizados com tamanha crueldade, não mediram esforços para resgatar mais um cachorrinho de rua e mesmo com impossibilidade de novos resgates devido as despesas já existentes, foi impossível não fazê-lo.

O Super dog chegou ao hospital em uma condição deplorável. Não se mexia. Ele tinha duas perfurações na cabeça que foram tomadas por larvas. Exames de sangue foram feitos e o resultado foi que além dessas feridas e da subnutrição, suas plaquetas estavam muito baixas por conta da doença do carrapato. O corpinho dele já não aguentava mais.

Super Dog quando foi resgatado

Super Dog quando foi resgatado

A primeira sensação foi muito ruim, dolorosa e triste. Mas como aqui desistir nunca é uma opção, os veterinários optaram por uma transfusão de sangue (um procedimento arriscado, mas era sua única chance de viver).

Pacientemente aguardamos. E demos a ele o nome de SUPER DOG. Porque sim, a situação era crítica, mas tínhamos certeza de que ele sairia desta e seria muito forte.

Mesmo com todo esse sofrimento, ele já demonstrava sinais de alegria ao ganhar um afago.
Pela primeira vez estava se sentindo seguro, sem medo, sem fome (estava no soro) e sem frio! E entendeu que o ser humano também é capaz de fazer o bem.

A transfusão foi um sucesso e ele finalmente pôde ser transferido para uma clínica veterinária (Pet Real). Foi recebido com uma cama só sua, ossinho, brinquedo e carinho, muito carinho. Durante um mês, continuamos monitorando a sua evolução com exames de sangue, dando todas as medicações e trocando os curativos da cabeça. Com muitos mimos e cuidados, ele foi melhorando dia após dia.

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Hoje os exames mostram que ele já está quase 100% recuperado. E os seus olhos nos mostram que a sua vontade de viver e ser amado é maior do que qualquer marca de violência.

A história do Super Dog, desde que conheceu o Projeto Diário de uma Mocinha, pode ser relembrada em 21 fotos que registram seus momentos mais difíceis até os mais alegre de hoje.

E para esta história ter um final 100% feliz, o Super Dog só precisa encontrar uma família que continue lhe dando amor e muito carinho.

Contato para adoção: adocao@diariodamocinha.com.br

Super Dog recuperado e feliz

Super Dog recuperado e feliz

Super Dog recuperado e feliz

Super Dog recuperado e feliz

Texto: Diário de uma Mocinha

Mande sua historinha também para blogmundopet@hotmail.com e ajude compartilhando a história do Super Dog para que ele encontre uma família cheia de amor para dar ;)

Hachi e sua nova história

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Oi pessoal!

Vocês lembram do Hachi? O Hachi foi resgatado pelo projeto “Me Leva pra Casa?” do Blog Mundo Pet. O projeto teve início em maio de 2013 e conseguiu ajuda de muitas pessoas. O Hachi foi encontrado no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) de Hortolândia-SP.

Hachi no dia do resgate

Hachi no dia do resgate

Ele tinha as duas patas com problemas, uma luxada e outra fraturada, infelizmente não sabemos porquê. Foi feita uma campanha para arrecadar dinheiro para sua primeira cirurgia. Na cirurgia foi necessário colocar uma placa para colocar o osso no lugar. Porém, houve muitas complicações, infecção, etc. Um ano depois, a pata do Hachi ainda estava bem infeccionada então foi necessário remover a placa.

Sábado passado (23/08), fui levá-lo ao veterinário para fazer a troca da tala, porém devido a infecção, ele chorou muito. Segue abaixo, o próprio Hachi contando a historinha dele.

“Oi pessoal, a10257671_4262623101407_3012517084894582630_nqui é o Hachi, filho da Ana. Essa semana fiquei muito mal sabe. Sábado a tia Cyntia (veterinária) foi trocar meu curativo e eu fiquei com muita dor. Não sei porque doía tanto, só sei que eu não estava aguentando. Fiquei chorando, chorando… e aí a tia teve que fazer eu dormir. Quando eu acordei, minha patinha doía muito mais. A dor era insuportável. Percebi que eu estava com vários remédios porque eu estava meio drog sabe? Mas mesmo assim doía muito. Eu gritava pra ver se minha mamãe fazia aquela dor parar. Aí a mamãe já muito preocupada e desesperada, me levou para o hospital. Lá eles me fizeram dormir e as coisas ficaram mais calmas. Quando acordei, já não tinha mais tanta dor. Eu estava mais calmo, porém estava num lugar que não conhecia ninguém e minha mamãe tinha ido embora. Fiquei muito triste, mas eu tinha certeza que ela ia voltar logo. Tinha umas tias muito legais lá que cuidaram super bem de mim. Elas não me deixavam sentir dor e isso era muito bom. No dia seguinte minhas duas mamães apareceram pra me visitar. Poxa, fiquei tão feliz. Eu pulava e rolava no chão pra mostrar pra elas o quanto eu tinha melhorado. Pensei que elas iam me levar embora, mas elas me enganaram. Acho que deve ser porque estou dodói ainda. Estou tomando muitos remédios, então às vezes fico com sono e quietinho. Minha mãe foi me buscar na segunda-feira e eu fiquei muito feliz, mas por causa dos remédios eu estava meio sonolento então nem consegui pular nela. Mas ela sabe que eu fiquei feliz. Essa semana dormi na minha caminha quentinha, que delícia voltar pra casa. Minha outra mamãe, a Lia, está me dando remédios o tempo todo. To ficando cansado de tomar tantos remédios. Mas pelo menos não sinto mais aquela dor. Minha mamãe me contou que teve que tomar uma decisão muito difícil pra eu melhorar logo, que eu vou perder a patinha. Não queria perder a patinha, porque adoro passear e brincar. Mas como ela ta muito dodói, eu entendo. Espero que minha mamãe não deixe de me levar pra passear de vez em quando porque eu fico muito feliz quando saio de casa. Ela também me disse que tem muitos amigos na internet que se preocupam comigo. Poxa, que legal isso.

Ontem (28/08) passei por mais uma cirurgia. Minha mamãe conversou comigo e me explicou que eu ia amputar a patinha, mas que era para o meu bem. Tô me sentindo estranho ainda sem a pata, mas pelo menos não to sentindo tanta dor. E to conseguindo andar normal, então acho que deu tudo certo né?! Agora é vida nova.

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Hachi após a amputação, no dia 28/08

Mas queria pedir uma ajuda especial de vocês. Minha mamãe não tem condições de pagar a internação e a cirurgia. Ela ficou toda endividada para poder cuidar de mim. Vocês podem nos ajudar fazendo uma doação. Qualquer quantia já ajuda muito. Obrigada! Lambeijos”

Gastos recentes
Cirurgia para retirar a placa R$ 300,00
Internação R$ 590,00 (R$ 295,00 a diária)
Exames R$ 495,00
Amputação R$ 600,00

Para ajudar, é só depositar na conta abaixo.

Banco Santander
AG 0776
Conta poupança 60001782-4
Ana Claudia Piacente

Acompanhe toda a historinha do Hachi pelo meu facebook.

Quem precisar dos comprovantes, é só pedir que eu mando! ;)

Beijos

Gatinho desaparecido em Hortolândia

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Este gatinho está desaparecido desde o dia 12 de agosto, no parque Ortolandia (perto do Iasp) em Hortolândia-SP. Ele é um persa bem peludo, o rabo e as orelhas são cinzas, e tem uma faixa cinza nos olhos também parecendo uma mascara. Ele se chama ED.

Qualquer informação, ligar para:
Fran / Marcelo (19) 9 9802-3272 / 9 9103-2701

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Lua e Sol aguardam por uma família

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A Lua e a Sol são SRD (Sem Raça Definida) e aguardam uma família com um coração enorme que possa adotar as duas juntas.
São muito dóceis, carinhosas, brincalhonas e adoram atenção!
Estão em Campinas-SP.

Interessados, falar com:
kaue.lopes@hotmail.com

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Lessie precisa de ajuda

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A Clínica Veterinária Vila Bicho, a Custódio Jr. Fotografia, a Bia Blush Cosméticos e as Ópticas Ipanema Cosmópolis estão unidos em prol dessa princesinha LINDA, a Lessie. A história dela até agora foi bem triste: foi atropelada e deixada pelo agressor sem socorros e acabou, então, por perder o movimento das patinhas traseiras e o controle das fezes e da urina. Nem precisamos falar o quanto isso é desumano, né? Mas, graças a Deus, a Lessie agora está em boas mãos e sendo muito bem cuidada na Vila Bicho. Mas, ainda assim, ela precisa de muitos cuidados especiais: Fisioterapia e outros tratamentos em prol da volta dos movimentos dessa neném (O QUE É UMA POSSIBILIDADE MUITO GRANDE) e também a troca de fraldas RN em torno de 4 vezes por dia. Bastante gente já ajudou, bastante gente ainda está ajudando e a Lessie precisa de mais gente ainda pra ela voltar a ter uma vida plena e cheia de saúde.

Foto: Custodio Jr Fotografia

Foto: Custódio Jr. Fotografia

Há uma rifa na Bia Blush Cosméticos no valor de R$ 5,00 valendo como prenda uma cesta com mais de R$ 100,00 em produtos de primeira qualidade de beleza. A rifa pode ser comprada na própria loja da Bia, na Rua Dr. Campos Salles, n° 221, Sala 03.

Há também outras duas rifas, uma nossa, da Custódio Jr. Fotografia, valendo um Book Fotográfico completo, no valor de R$ 10.00; e a outra valendo um Rayban Aviador lindíssimo das Ópticas Ipanema Cosmópolis. Ambas as rifas podem ser compradas nas Ópticas Ipanema Cosmópolis, Rua Dr. Campos Salles, n° 221, Sala 01.

E também há como ajudar na própria Clínica Veterinária Vila Bicho, onde a Lessie mora! Você pode ajudar com a quantia que puder que todos nós e a Lessie agradecemos MUITO MESMO! Qualquer valor é importante.

Caso você não possa ir em nenhum desses lugares para comprar a rifa ou fazer sua doação entre em contato com o Laércio Junior (perfil pessoal do facebook) ou com a Gabriela Pires Franzoni, que é, junto com toda a equipe maravilhosa da Vila Bicho, quem cuida dessa pequena princesa! Eles são de Campinas-SP.

Outro contato é por e-mail: laercio.custodio.jr@gmail.com

**Infelizmente a Lessie virou uma estrelinha. Obrigada a todos que ajudaram essa princesa!**

 

O tigre não é o culpado

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“Menino é atacado por tigre em zoológico”. Essa é a notícia que se espalha por aí. Porém a história não é bem assim.

Nos vídeos gravados é possível ver o garoto instigando o leão. Já na área do tigre, ele chuta as grades, corre, pega impulso e se pendura nelas. Tenta de toda forma chamar a atenção do animal, ora passando a mão, ora dando tapinhas, correndo de um lado para outro da área.

O menino, que mora em São Paulo, tem 11 anos e estava acompanhado do irmão e do pai, que mora em Cascavel.

Conforme a bióloga do Zoológico, o tigre chamado Hu tem mais de 200 kg e três anos incompletos. Ele é um animal bastante dócil e deve ter ficado estressado com a movimentação do garoto. Populares que assistiam à cena, registraram um vídeo do comportamento do menino com os animais. O tigre foi isolado na área de manejo.

Segundo integrantes da equipe de cuidadores do zoo, o menor foi incentivado pelo próprio pai a correr em volta da jaula, dentro da grade de proteção, provocando o animal. O pai ignorou todas as placas de alerta para evitar se aproximar do local e não ouviu apelos de quem observava e pedia para cessar a brincadeira.

De acordo com eles, o menino estava em uma área proibida (entre a grade de proteção e a grade das jaulas) e dava comida para o tigre e também para o leão, além de acariciá-los.

O garoto, teve o braço direito amputado na altura do ombro na quarta-feira (30), de acordo com o HOSPITAL Universitário (HUOP). Ele passou por uma cirurgia durante a noite e permanece internado, mas seu estado de saúde é estável, sem risco de morte.

“Até o presente momento, nós estamos apurando uma lesão corporal, até porque o pai, quando está num ambiente desses com os filhos, tem o dever legal de guarda e proteção. Nós temos que analisar no curso do inquérito policial até que ponto o pai foi realmente descuidado e negligente, para que acontecesse o que aconteceu”, afirmou o delegado Denis Merino, que investiga o caso.

Se você acredita, assim como eu, que o tigre não teve culpa de nada e que a irresponsabilidade foi do menino e do pai da criança, assine essa petição e ajude para que o tigre não seja punido. Clique aqui.

Vamos lutar juntos pela vida do tigre! Compartilhe a petição para que todos possam assinar!

Fonte: ANDA

Tikin e Brisa aguardam por adoção

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Esses dois lindos cães estão para adoção.
Ideal que sejam adotados juntos. Estão em Hortolândia-SP.

Tikin é o marronzinho, possui 6 meses de idade, é manso, dócil e brincalhão.
Está vermifugado e vacinado.

Brisa é a clarinha, possui 7 meses, é muito dócil e mansa, mas cuida bem da casa.
Está vermifugada e será entregue castrada.

Interessados, falar com Valda:
(19) 99203-3029

Foto: Blog Mundo Pet

Foto: Blog Mundo Pet

Urso polar Arturo está enlouquecendo em confinamento na Argentina

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Arturo é considerado o "animal mais triste do mundo"

Arturo é considerado o “animal mais triste do mundo”

O Blog Mundo Pet gostaria, com essa notícia, mostrar apoio ao caso de Arturo, o urso polar que vive confinado em um zoológico da Argentina e que tem sido chamado de “o animal mais triste do mundo”. Ele está no Zoológico de Mendoza há duas décadas, desde filhote, e ativistas estão denunciando que o seu quadro está piorando visivelmente. As informações são do Daily Mail.

Ele passa os dias confinado em um recinto de concreto, em temperaturas superiores a 40ºC e entrou em depressão desde que sua amiga de muitos anos, Pelusa, morreu há dois anos atrás. Desde então, ele não teve mais contato com nenhum animal de sua espécie, e ativistas relatam que ele está sofrendo de problemas mentais.

Afirma-se que a vida solitária do animal, que está com 29 anos de idade, está causando o seu comportamento anormal, incluindo inclinar a cabeça e mostrar os dentes enquanto anda de um lado para o outro, balançando para os lados.

Arturo sofre porque, além do confinamento e de viver fora de seu habitat, está em uma região com temperatura incompatível para a sua espécie. Ativistas fizeram campanhas para que ele, que só tem acesso à água fria em uma pequena piscina de 50 cm de profundidade dentro de sua clausura, seja removido para outro local que ofereça condições climáticas mais apropriadas.

Há cinco meses atrás, foi negociado para que ele fosse transferido para um zoológico em Winnipeg, no Canadá, onde está localizado um novo centro internacional de preservação de ursos polares, mas o Zoológico de Mendoza bloqueou qualquer esforço nesse sentido alegando que isso seria “um grande erro” pois o animal não iria sobreviver à viagem de dois dias.

Gustavo Pronotto, diretor do zoológico, disse que a saúde do urso corre riscos durante a viagem ou na chegada. “Ele é idoso, e isso deverá requerer muitas horas de anestesia”. A ONG Greenpeace conseguiu reunir 160 mil assinaturas em uma campanha para transferir Arturo urgentemente para o Canadá, que tem o clima mais próximo ao do seu habitat.

Foto: Daily Mail

Foto: Daily Mail

A professora argentina Fernanda Arentsen, que leciona na Universidade de Saint-Boniface em Winnipeg, escreveu ao governo de seu país e à embaixada canadense em Buenos Aires a respeito de Arturo. Ela disse ao Winnipeg Free Press no ano passado: “Você pode ver que ele está enlouquecendo. Ele se move do jeito que ursos polares fazem quando estão sofrendo demasiado estresse. Ele parece tão triste. Ele aparenta estar em pânico. Imagine um urso polar no deserto, com uma piscina de 50 cm de profundidade. É difícil olhar esse animal sofrendo e em desespero”, conta a professora, que diz que nasceu em Mendoza e conhece a alta temperatura do local.

O caso de Arturo vem sendo muito comentado nas redes sociais. Há pouco tempo, a cantora Cher escreveu sobre ele em seu Twitter, criticando a presidente Cristina Kirchner e convocando seus fãs a ajudar a pedir por Arturo. No momento, a ONG argentina AFADA tem estado à frente da batalha nos tribunais pela libertação e transferência de Arturo, conforme publicado recentemente pela ANDA.

Segundo o Daily Mail, uma nova petição em prol de Arturo com mais de 200 mil assinaturas deverá ser entregue à presidente Cristina Kirchner.

Assine a petição para que Arturo seja transferido ao Canadá! Clique aqui.

Fonte: ANDA

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