Urso polar Arturo está enlouquecendo em confinamento na Argentina

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Arturo é considerado o "animal mais triste do mundo"

Arturo é considerado o “animal mais triste do mundo”

O Blog Mundo Pet gostaria, com essa notícia, mostrar apoio ao caso de Arturo, o urso polar que vive confinado em um zoológico da Argentina e que tem sido chamado de “o animal mais triste do mundo”. Ele está no Zoológico de Mendoza há duas décadas, desde filhote, e ativistas estão denunciando que o seu quadro está piorando visivelmente. As informações são do Daily Mail.

Ele passa os dias confinado em um recinto de concreto, em temperaturas superiores a 40ºC e entrou em depressão desde que sua amiga de muitos anos, Pelusa, morreu há dois anos atrás. Desde então, ele não teve mais contato com nenhum animal de sua espécie, e ativistas relatam que ele está sofrendo de problemas mentais.

Afirma-se que a vida solitária do animal, que está com 29 anos de idade, está causando o seu comportamento anormal, incluindo inclinar a cabeça e mostrar os dentes enquanto anda de um lado para o outro, balançando para os lados.

Arturo sofre porque, além do confinamento e de viver fora de seu habitat, está em uma região com temperatura incompatível para a sua espécie. Ativistas fizeram campanhas para que ele, que só tem acesso à água fria em uma pequena piscina de 50 cm de profundidade dentro de sua clausura, seja removido para outro local que ofereça condições climáticas mais apropriadas.

Há cinco meses atrás, foi negociado para que ele fosse transferido para um zoológico em Winnipeg, no Canadá, onde está localizado um novo centro internacional de preservação de ursos polares, mas o Zoológico de Mendoza bloqueou qualquer esforço nesse sentido alegando que isso seria “um grande erro” pois o animal não iria sobreviver à viagem de dois dias.

Gustavo Pronotto, diretor do zoológico, disse que a saúde do urso corre riscos durante a viagem ou na chegada. “Ele é idoso, e isso deverá requerer muitas horas de anestesia”. A ONG Greenpeace conseguiu reunir 160 mil assinaturas em uma campanha para transferir Arturo urgentemente para o Canadá, que tem o clima mais próximo ao do seu habitat.

Foto: Daily Mail

Foto: Daily Mail

A professora argentina Fernanda Arentsen, que leciona na Universidade de Saint-Boniface em Winnipeg, escreveu ao governo de seu país e à embaixada canadense em Buenos Aires a respeito de Arturo. Ela disse ao Winnipeg Free Press no ano passado: “Você pode ver que ele está enlouquecendo. Ele se move do jeito que ursos polares fazem quando estão sofrendo demasiado estresse. Ele parece tão triste. Ele aparenta estar em pânico. Imagine um urso polar no deserto, com uma piscina de 50 cm de profundidade. É difícil olhar esse animal sofrendo e em desespero”, conta a professora, que diz que nasceu em Mendoza e conhece a alta temperatura do local.

O caso de Arturo vem sendo muito comentado nas redes sociais. Há pouco tempo, a cantora Cher escreveu sobre ele em seu Twitter, criticando a presidente Cristina Kirchner e convocando seus fãs a ajudar a pedir por Arturo. No momento, a ONG argentina AFADA tem estado à frente da batalha nos tribunais pela libertação e transferência de Arturo, conforme publicado recentemente pela ANDA.

Segundo o Daily Mail, uma nova petição em prol de Arturo com mais de 200 mil assinaturas deverá ser entregue à presidente Cristina Kirchner.

Assine a petição para que Arturo seja transferido ao Canadá! Clique aqui.

Fonte: ANDA

Blog Mundo Pet apresenta o projeto Match Dog

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Já conhecem o Tinder? Pessoas usam o Tinder em busca de relacionamentos e companhia. E por que não um cãozinho? O publicitário Ian Hartz e a designer Monica Duarte criaram perfis com nomes e fotos de cachorros que estão para adoção como se fossem usuários do app.

As pessoas que são surpreendidas positivamente podem dar o match, caso queiram conhecer melhor aquele cãozinho. A partir dai o cãozinho conversa com a pessoa e convida para um encontro cara a cara, ou melhor cara e focinho.

O objetivo da ação é aumentar o número de adoções da ONG parceira.

Neste momento existem 4 perfis de cães ativos a procura de um dono. Em menos de duas semanas já rolaram mais de 700 matches (combinações). São muitas as pessoas querendo adotar e são vários os comentários positivos.

Então se você quiser muito adotar um amigo e não sabe onde procurar. Fique atento ao Tinder, seu melhor amigo pode estar te esperando por lá! ;)

Conheça mais sobre o projeto aqui.

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Gigio é um dos cães que estão para adoção no Tinder

 

Fonte: Match Dog

Cão que esperou dono por 10 anos ganha estátua na Hungria

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Budapeste, a capital da Hungria, ganhou um novo monumento: a partir desta terça-feira ficará exposta na cidade uma imagem de Beni, o cachorro que durante dez anos ficou esperando o retorno de seu dono que morreu perto de casa.

Beni, que morreu há quatro meses, insistia em voltar ao prédio onde tinha vivido e ficava parado na porta dele durante todo o dia, disseram à Agência Efe fontes municipais. O cachorro sobreviveu todos esses anos graças aos vizinhos, que davam comida e até mesmo o levavam para casa, embora ele sempre fugisse para voltar àquela que foi a casa da família.

Beni se transformou no “cachorro do bairro”, uma celebridade local que há dois anos foi adotado pela prefeitura, que o alimentou e se encarregou de dar assistência veterinária, além de impedir que o serviço de controle de animais o levasse ao canil. Em reconhecimento a sua fidelidade, a prefeitura fez uma estátua de bronze, que foi instalada em uma esquina de seu bairro.

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Foto: Divulgação

Fonte: Yahoo!

 

Cachorra adota 2 crianças abandonadas pela mãe

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Todos nós sabemos que os animais têm uma sensibilidade incrível com os humanos, em especial com as crianças. Contudo, há casos em que o melhor amigo do homem pode se tornar uma verdadeira mãe, garantindo cuidado e segurança para as crianças.

É o que acontece com a cachorra Oscar e dois irmãos, em um vilarejo no Quênia, África. Após serem abandonados por sua mãe devido a problemas de alcoolismo, o menino e a menina, de 6 e 7 anos, foram amparados pela avó. Entretanto, por ela precisar cuidar também de outras crianças, os dois irmãos passaram a ficar sozinhos a maior parte do dia – e assim ficariam, se não fosse por Oscar. Com lealdade e atenção, a cachorra cuida das crianças e até mesmo os acompanha à escola, garantindo que ambos voltem a salvo para casa, todos os dias.

Há cerca de 6 anos, Oscar tem sido uma verdadeira mãe para essas crianças, provando que o instinto maternal vai muito além da espécie. Assista ao vídeo e veja esta incrível e inspiradora história:

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Foto: Divulgação

 

Fonte: Hypeness

Projeto Cão Feliz precisa da sua ajuda

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Já conhece o Projeto Cão Feliz?

A protetora Márcia Campos possui um coração enorme mas sofre com a falta de espaço para abrigar os cães da cidade de Hortolândia-SP. O local onde a mesma abriga os cães atualmente foi vendido pelo proprietário e agora ela precisa comprar uma chácara nova que tenha espaço para abrigar os animais que estão sob seus cuidados. E você pode ajudá-la a realizar esse sonho.

O objetivo da Márcia é conseguir R$ 100 mil para comprar a chácara na Taquara Branca, em Hortolândia-SP. Veja as diversas formas de ajudar:

1. Compre a camiseta do projeto por apenas R$ 25,00 + Postagem PAC do Correios 1184905_371803769589179_2070325618_n 2. Faça uma doação
A partir de R$ 1 você já pode ajudar o projeto.

Banco Itaú
AG: 2078
C/C: 05774-8
Instituto Márcia Campos
CNPJ: 18.136.182/0001-98

3. Adote um amigo
A Márcia possui muitos cães adultos e filhotes para adoção.
Você pode conferir as Feiras de Adoção e eventos do projeto aqui.

Viu? Muito fácil de ajudar. Faça a sua parte e mude a vida de muitos animais em Hortolândia-SP. :)

Ativistas conseguem fechar zoológico na Indonésia

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No Zoológico de Palembang, dezenas de animais selvagens dormem em um chão imundo, sem imaginar seu resgate iminente. Defensores de bem-estar animal conseguiram uma oportunidade e estão contando os dias para salvar cada animal deste zoológico, onde seres quase sem vida definham em jaulas frias, frequentemente sem água para beber ou mesmo sem o contato com um simples tronco de árvore.

Após anos de extrema privação, algumas pessoas imaginam que seja muito tarde para despertar esses selvagens de seu estado sombrio. Mas os resgatadores estão prevendo uma impressionante transformação quando os animais forem movidos para novos lares com habitats destinados a alimentar seus corpos e almas. As informações são da Care2.

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Foto: Care2

O fechamento desse zoológico é um evento raro, em contraste com os incontáveis zoológicos em ruínas que operam em todo o mundo, inclusive havendo um outro estabelecimento em condições miseráveis na própria Indonésia, conhecido como “zoológico da morte”, conforme publicado pela ANDA.

Mas, nesse caso, graças ao trabalho dos ativistas e de uma ação determinada pelas autoridades indonésias, as portas serão abertas para essa operação de resgate em massa. Jenny Desmond, uma resgatadora de longa data que trabalha como diretora de projetos internacionais para a organização Harmony Fund, inspecionou o local recentemente e está ansiosa para libertar os animais.

“Nada poderia ter me preparado para o que eu vi no Zoológico de Palembang”, explica Jenny, que representa a Harmony Fund em um esforço colaborativo com o Ministério de Florestas da Indonésia, com o Centro de Proteção ao Orangotango (COP) e a Animals Indonesia (AI). “Eu vi gibões, os maiores acrobatas de todos os tempos, esparramados no chão de seus recintos de confinamento sem nenhum lugar para se sentar, muito menos para subir ou escalar. Eu vi uma cobra com uma face estilhaçada, um cavalo tão magro que seus ossos eram como lâminas, e ursos sem garras andando de um lado para o outro. O que mais me tocou foi a ausência de água para os animais beberem. Os donos desse zoológico se importam tão pouco que não se incomodaram em fornecer a satisfação da mais básica de todas as necessidades. Meu coração ficou partido naquele dia, mas somente por um momento”.

“Em cada jaula, eu parei e olhei nos olhos desses indivíduos que foram tão enganados pelos seres humanos, e fiz uma promessa de que eu iria voltar”, conta Jenny.

No ano passado, o orangotango e o tigre que viviam no zoológico morreram em suas jaulas vazias. E embora os resgatadores tenham temporariamente assegurado água e comida para os animais todos os dias, permanece ali um senso de urgência e a real ameaça de haver uma sucessão de mortes se os animais não forem levados de volta à segurança rapidamente.

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Urso magro anda de um lado para o outro em jaula pequena e suja (Foto: Care2)

ONG prepara operação de resgate

As autoridades da Indonésia acabaram de assinar um memorando de entendimento pedindo o fechamento imediato do zoológico e a compra de terra para um novo centro de resgate que não só irá atender aos animais que estão nesse zoológico hoje como também irá se tornar um posto de reabilitação para futuros animais confiscados de traficantes de vida selvagem.

Estando entre os países de maior biodiversidade do planeta, a Indonésia também é o quarto país em população humana no mundo. Conforme a região se desenvolve economicamente, os perigos à vida selvagem enfrentam uma escalada dramática, o que confere à ilha o status de lar do maior número de espécies de mamíferos e pássaros internacionalmente ameaçadas.

Uma iniciativa esperançosa está em andamento para levantar fundos que possam prover atendimento veterinário, medicamentos, alimentação e toda a estrutura para as vítimas do zoológico. Para saber mais ou também ajudar, clique aqui.

Fonte: ANDA

Mascote da Copa do Mundo está ameaçado de extinção

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fuleco_certoA Copa do Mundo no Brasil será a mais lucrativa da história. Ainda assim, pouca atenção foi dada a um personagem importante do evento. O Fuleco, nossa mascote. O tatu-bola-da-caatinga foi escolhido para representar o futebol no Brasil. Parecia uma mascote perfeita. A espécie Tolypeutes tricinctus é totalmente brasileira e, quando assustada, enrola sua carapaça para formar uma bola impenetrável. Além disso, é um animal em risco de extinção.

Seu nome Fuleco vem da junção das palavras futebol e ecologia e foi votado por quase 1,7 milhões de fãs. Ao sugerir o tatu-bola-da-caatinga como mascote, a Associação Caatinga esperava justamente unir um dos maiores eventos esportivos do planeta à conscientização ecológica. Toda a divulgação e publicidade que a copa gera poderiam ser usados para promover o animal e a campanha para salvá-lo da extinção. Não é o que tem acontecido, no entanto.

O habitat do tatu-bola, a caatinga e o cerrado, é desmatado a um ritmo assombroso. Além disso, a caça do animal ainda é muito comum. Por fim, poucos investimentos e políticas públicas são destinados à região. Há 15 anos, a Associação Caatinga vem trabalhando para chamar atenção ao problema. Foi com esse intento que sugeriram o tatu-bola como mascote da Copa do Mundo no Brasil.

“Ficamos surpresos que uma ideia singela e simples pudesse chegar tão longe. Conseguimos emplacar um animal ameaçado nativo em um evento de escala global! Foi o primeiro gol da copa, marcado em prol da sustentabilidade.”

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Foto: Divulgação

Depois da decisão da Fifa, a associação começou a preparar o Projeto de Conservação da Espécie. Segundo esse plano, a espécie seria salva em 10 anos. Seriam incentivadas ações de conscientização, políticas públicas, pesquisas e monitoramento do bioma para diminuir o desmatamento. Nos últimos 16 meses, a ONG esteve em contato constante com a Fifa para que esta ajudasse a mudar a história do tatu-bola.

Segundo Rodrigo Castro, foram dadas inúmeras sugestões de como a Fifa poderia atuar. Por exemplo, poderiam destinar uma parte dos lucros das vendas de brinquedos e pelúcias da mascote para sua conservação. “Até venderia mais”, diz Castro, “seria uma forma de marketing”. No site, a Fifa também poderia oferecer aos fãs do futebol informações sobre a biodiversidade brasileira e o risco que ela enfrenta, conforme a ONG sugeriu.

Todas as alternativas foram rejeitadas pela Fifa, pois esbarravam em suas políticas internas, na falta de recursos e no próprio plano de sustentabilidade. Até semana passada. Quando o gerente da área de sustentabilidade chegou ao Brasil, telefonou a Castro oferecendo 300 mil reais.

“Tínhamos 48 horas para pensar. Era uma decisão aos 45 do segundo tempo”, diz Castro. Porém, a associação decidiu recusar a oferta. A quantia era muito inferior ao esperado, menor ainda do que a colaboração de outros patrocinadores da ONG. “Não faria diferença nenhuma no nosso projeto de 10 anos”, segundo Castro.

Como contraproposta, a associação pediu 15% do valor total do projeto, a ser doado durante uma década. Para Castro, o valor, de 1,4 milhões de reais, é menos do que 0,05% do lucro estimado da Fifa. Estudo da consultoria BDO aponta que a entidade irá lucrar cerca de R$ 10 bilhões com o mundial.

Não receberam resposta. Na abertura da Copa, o Fuleco não estava presente. Também está sumido dos jogos. “Houve um recuo, ninguém sabe porque”, diz Castro. Ele afirma que grandes jornais têm noticiado a ausência da Fifa para salvar o tatu-bola.

Apesar disso, a escolha da mascote não foi totalmente em vão. O caso ganhou maior visibilidade e acabou acelerando a aprovação do Plano Nacional de Ação para Conservação do Tatu-Bola. O documento foi construído por 30 pesquisadores, gestores ambientais e ambientalistas, em uma parceria do O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio e da Associação Caatinga.

Atualmente, o plano busca recursos para sair do papel. Está em contato com o Ministério do Meio Ambiente, Ibama e outros órgãos ambientais. A campanha Eu ajudo o Tatu-Bola está mobilizando a sociedade civil e personalidades importantes, como empresas e organizações internacionais. Castro sonha alto. “Daqui a 20 anos, vamos lembrar da Copa do Brasil não pelo hexa que vamos ganhar. Mas sim porque mudamos o destino dessa espécie”.

Fonte: Globo Rural

Atitudes simples podem salvar animais marinhos

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No Brasil existem cinco espécies de tartarugas marinhas (confira abaixo quais são), e todas correm risco de desaparecer. A captura incidental (quando as pegam sem querer) na pesca, a poluição, o trânsito de veículos e a destruição das praias de desova e as mudanças ambientais são algumas das principais ameaças a esses animais.

Para se dedicar à conservação das tartarugas marinhas, o Projeto Tamar foi criado em 1979. Na última semana ocorreu a soltura de duas tartarugas-verdes. Profissionais da instituição cuidaram delas por cerca de uma semana para que, então, fossem devolvidas ao mar. “Precisam voltar para casa. Lá tem mais espaço para nadar”, diz Chloé Anni, 8 anos, que assistiu à soltura.

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Foto: Divulgação

A pesca ainda coloca a tartaruga em perigo. Ao ficar presa em redes e anzóis, não consegue subir à superfície para respirar, podendo desmaiar e morrer afogada.

Na maior parte das vezes, o pescador busca apenas peixes e crustáceos e não sabe o que fazer quando captura outro animal. Por isso, o Tamar orienta os profissionais, como Zeca Vieira, 55. “Aprendi a fazer massagem para recuperar tartaruga desmaiada. Já salvei várias.” Zeca também confere a rede que coloca no mar a cada duas horas para confirmar se pegou só o que desejava.

A poluição das águas é outro grande problema. “Plásticos, tampas de garrafa, palito de sorvete e argolas de garrafa PET podem causar a morte de vários animais marinhos”, afirma Isabelle Lie Missaki, 8. A tartaruga-de-couro, por exemplo, que se alimenta de águas-vivas, pode confundir o bicho com pedaços de plástico ou sacolinhas e morrer sufocada.

Uma maneira de ajudar na preservação é alertar a todos sobre a importância de ligar para o Tamar (12 3832-6202) se ver tartaruga na praia. Além disso, é fundamental não jogar lixo no mar, na areia ou no chão. “Se encontrar algo pelo caminho, tem de pegar e levar até a lata de lixo”, lembra Vittório Fileti Brun, 9. “Se não ajudarmos, elas podem desaparecer”, diz Maria Muniz, 9.

Saiba mais

No Projeto Tamar de Ubatuba existe o Lixômetro, recipiente transparente que guarda o lixo ingerido por tartarugas encontradas mortas na região entre 2012 e 2013. Há pedaços de plástico, fios de náilon (usados na pesca), bexiga, entre outros materiais. Das 498 tartarugas que chegaram ao Tamar, 199 tinham comido lixo. A ingestão desses materiais é a causa da morte de muitos animais marinhos.

Consultoria de Henrique Becker, biólogo e coordenador técnico do Projeto Tamar em São Paulo.

Conheça as cinco espécies brasileiras aqui.

Fonte: ANDA

 

Cães abandonados em aeroporto esperam por um lar

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Uma hora após uma foto ter sido publicada na internet, ativistas já se mobilizaram com o caso do Aeroporto de Guarulhos. 19 cachorros que foram abandonados no aeroporto ou “esquecidos” viviam em jaulas empilhadas de 20m² há meses, sem planos de sair dali.

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Foto: Divulgação

Foi quando ativistas da causa animal foram até o local e tentaram negociar a soltura dos bichos. Após horas de negociação com a GRU, empresa que administra o aeroporto, a ONG Cão Sem Dono conseguiu levar os animais para uma chácara. O que pareceria resolvido, na verdade foi só uma parte do problema. Agora, a ONG está com a difícil missão de encontrar um lar para esses animais.

Só dois cães de nomes Ruiva e Segunda-Feira encontraram uma família. Os outros 17 cães aguardam no interior do Estado por adoção. “O mês está difícil” afirma Vicente Define, da ONG Cão Sem Dono. “Tá todo mundo mais preocupado com o futebol do que adotar um cãozinho. E também tem crianças de férias, as pessoas vão viajar e não podem pegar um bicho”.

Entre os cães que aguardam um lar, há filhotes com poucos meses de vida. A ONG garante que todos os animais serão doados vacinados e vermifugados.

Então se você está procurando um cãozinho e não sabe por onde começar, basta acessar o site da ONG www.caosemdono.com.br e encontrar o cão perfeito pra você! Você também pode ir à Feira de Adoção que acontece às quartas e domingos, das 10h às 17h, na Cobasi, da Av. Giovanni Gronchi, 5.411, em São Paulo.

Veja mais cães para adoção: www.caosemdono.com.br

Veja mais cães para adoção: http://www.caosemdono.com.br

Veja mais cães para adoção: www.caosemdono.com.br

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Fonte: www1.folha.uol.com.br

Projeto Cativa: Uma forma criativa de ajudar na adoção de animais abandonados

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Com o intuito de ajudar cachorros e gatos abandonados, a fotógrafa Luana Wirth e seu namorado publicitário Fernando Blum criaram uma forma diferente para chamar atenção da causa: o projeto Cativa.

Através de fotos criativas, bem humoradas e produzidas, eles criaram um projeto com o objetivo de otimizar a adoção de cães que estão em abrigos, alguns há anos, aguardando uma família. Como publicidade é a alma do negócio, as fotos mais atraentes derretem o coração de qualquer um, e têm gerado ótimos resultados. Segundo Luana, são cães protagonistas de histórias corajosas, muitas vezes sofridas, que mesmo com as dificuldades enfrentadas, preservam o bom humor e a beleza natural, sempre com muita personalidade.

Lançado há pouco tempo no Facebook, o projeto já conseguiu famílias para cinco cães e a meta é continuar crescendo. Ajude a causa, #compartilheamor.

 

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Foto: Projeto Cativa

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Foto: Projeto Cativa

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Foto: Projeto Cativa

 

Conheça mais sobre o projeto aqui.

Fonte: www.hypeness.com.br

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